Longines renova a Master Collection e estreia o primeiro cronógrafo monopulsador

Novos modelos de três ponteiros, cronógrafos com fases da Lua e a estreia de um monopulsador marcam a coleção.

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A Longines apresenta a Master Collection totalmente renovada, para mulher e homem. Lançada há mais de 20 anos, a coleção ganha novos modelos de três ponteiros, cronógrafos com indicação das fases da Lua e, pela primeira vez, um cronógrafo monopulsador.

A grande estreia é o Chrono Monopusher, disponível em dois modelos de 41 mm com escala pulsométrica. O arranque, a paragem e o reinício do cronógrafo são controlados por um único pulsador integrado na coroa. A escala, desenhada no perímetro exterior do mostrador, permite medir a frequência cardíaca contando um determinado número de pulsações, habitualmente 30. Foi criada para médicos e enfermeiros, numa altura em que ainda não existiam monitores eletrónicos.

Os dois modelos têm caixa redonda em aço inoxidável e movimento mecânico de corda manual exclusivo da Longines, o calibre L799.5, com reserva de marcha até 68 horas. O mostrador surge em acabamento opalino prateado ou azul mate com efeito grão de cevada. Cada relógio é acompanhado por uma bracelete de pele, em antracite ou castanho.

A Longines recorda que, em 1911, apresentou um dos primeiros cronógrafos monopulsadores concebidos para o pulso. Dois anos depois, lançou o calibre 13.33Z, reconhecido como o primeiro movimento de cronógrafo compacto do mundo. Estes primeiros cronógrafos de pulso foram usados por aviadores pioneiros como Amelia Earhart e Richard Byrd.

Outra novidade é o Chrono Moonphase, com caixa de 41 mm em aço inoxidável e movimento automático exclusivo da Longines, o calibre L687.5, com reserva de marcha até 66 horas. A indicação das fases da Lua surge às 6 horas, combinada com o contador de 12 horas. O mostrador prateado exibe um novo motivo com efeito grão de cevada, numerais árabes azuis e ponteiros em aço azulado. Está disponível com bracelete em aço inoxidável ou em pele azul. A ligação da marca a esta complicação vem do início do século XX, quando já produzia cronógrafos de bolso com calendário e fases da Lua. Um exemplar de 1911 integra hoje a coleção do Museu Longines.

Os modelos de três ponteiros, que representam o núcleo da coleção, foram igualmente reinterpretados. Depois do lançamento de novas versões em junho, chegam agora variantes com mostrador azul e braceletes bicolores. Estão disponíveis em 30, 34, 39 e 41 mm. A caixa foi redesenhada, com luneta côncava e um perfil mais fluido, e o mostrador perdeu a flange, o que lhe dá uma composição mais aberta. O guilhoché com efeito grão de cevada cria um jogo de luz que muda com o movimento do pulso. Nos modelos mais pequenos, algumas versões em madrepérola branca e azul mate têm índices de diamantes. Os movimentos automáticos, calibres L592.5 e L888.5, são visíveis através do fundo de caixa transparente.

As braceletes em aço inoxidável foram redesenhadas, com elos mais curtos e fechos de microajuste. Também há versões em pele, com costuras tonais.

 

A Longines apresenta a Master Collection totalmente renovada, para mulher e homem. Lançada há mais de 20 anos, a coleção ganha novos modelos de três ponteiros, cronógrafos com indicação das fases da Lua e, pela primeira vez, um cronógrafo monopulsador.

A grande estreia é o Chrono Monopusher, disponível em dois modelos de 41 mm com escala pulsométrica. O arranque, a paragem e o reinício do cronógrafo são controlados por um único pulsador integrado na coroa. A escala, desenhada no perímetro exterior do mostrador, permite medir a frequência cardíaca contando um determinado número de pulsações, habitualmente 30. Foi criada para médicos e enfermeiros, numa altura em que ainda não existiam monitores eletrónicos.

Os dois modelos têm caixa redonda em aço inoxidável e movimento mecânico de corda manual exclusivo da Longines, o calibre L799.5, com reserva de marcha até 68 horas. O mostrador surge em acabamento opalino prateado ou azul mate com efeito grão de cevada. Cada relógio é acompanhado por uma bracelete de pele, em antracite ou castanho.

A Longines recorda que, em 1911, apresentou um dos primeiros cronógrafos monopulsadores concebidos para o pulso. Dois anos depois, lançou o calibre 13.33Z, reconhecido como o primeiro movimento de cronógrafo compacto do mundo. Estes primeiros cronógrafos de pulso foram usados por aviadores pioneiros como Amelia Earhart e Richard Byrd.

Outra novidade é o Chrono Moonphase, com caixa de 41 mm em aço inoxidável e movimento automático exclusivo da Longines, o calibre L687.5, com reserva de marcha até 66 horas. A indicação das fases da Lua surge às 6 horas, combinada com o contador de 12 horas. O mostrador prateado exibe um novo motivo com efeito grão de cevada, numerais árabes azuis e ponteiros em aço azulado. Está disponível com bracelete em aço inoxidável ou em pele azul. A ligação da marca a esta complicação vem do início do século XX, quando já produzia cronógrafos de bolso com calendário e fases da Lua. Um exemplar de 1911 integra hoje a coleção do Museu Longines.

Os modelos de três ponteiros, que representam o núcleo da coleção, foram igualmente reinterpretados. Depois do lançamento de novas versões em junho, chegam agora variantes com mostrador azul e braceletes bicolores. Estão disponíveis em 30, 34, 39 e 41 mm. A caixa foi redesenhada, com luneta côncava e um perfil mais fluido, e o mostrador perdeu a flange, o que lhe dá uma composição mais aberta. O guilhoché com efeito grão de cevada cria um jogo de luz que muda com o movimento do pulso. Nos modelos mais pequenos, algumas versões em madrepérola branca e azul mate têm índices de diamantes. Os movimentos automáticos, calibres L592.5 e L888.5, são visíveis através do fundo de caixa transparente.

As braceletes em aço inoxidável foram redesenhadas, com elos mais curtos e fechos de microajuste. Também há versões em pele, com costuras tonais.

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