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Assistentes virtuais da Apple e da Amazon disputam mercado hoteleiro

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A disputa entre a Siri, da Apple, e a Alexa, da Amazon parece ter chegado ao mercado da hotelaria. As duas assistentes virtuais estão a disputar cada palmo deste mercado.

De acordo com o jornal francês Les Echos, que cita a Bloomberg, disputam nada menos que a cadeia hoteleira de Luxo Marriott. O objetivo passa por conquistar o lugar de assistente virtual preferida pelos viajantes.

Neste momento, aquela cadeia hoteleira, conta a Bloomberg, está a testar as duas assistentes nos hotéis Aloft de Boston, nos Estados Unidos, com o objetivo de perceber qual a que tem melhor performance. Acender as luzes, regular a temperatura, mudar de canal da televisão, são algumas das tarefas onde as duas assistentes serão colocadas á prova.

O veredito deverá ser conhecido já neste verão, podendo aquela cadeia iniciar a instalação do modelo ganhador em meados deste ano.

O Marriott não é porém a única cadeia de hotéis a colocar a inteligência artificial ao dispor dos seus clientes. Hotéis como o Four Seasons, em Washington ou o Wynn Resorts estão também a implementar soluções, tendo neste momento a Alexa em experimentação.

Para a Apple e para a Amazon, os quartos de hotel são o local ideal para expor as suas inovações a este nível, explicou à Bloomberg Carolina Milanesi, uma analista da Creative Strategies.

Se a experiência correr bem, o mordomo virtual vai ser uma realidade a muito curto prazo. conteudos@fleed.pt

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Gucci lança projeto colaborativo de memes

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Anteriores projetos colaborativos no espaço digital, como o #GucciGram e o #24HourAce, viram o diretor criativo da marca, Alessandro Michele, a convidar artistas e criativos para que estes trouxessem as suas perspetivas pessoais e idiossincráticas e suportassem os habituais temas de design da Casa Gucci. Agora, a Gucci lança o #TFWGucci (“That Feel When” ou “That Feeling When”), um projeto em que criadores de memes de todo o mundo são encorajados a colaborar com a marca para criarem memes com relógios de diferentes linhas, incluindo a coleção de relógios Le Marché des Merveilles. 

Para o projeto #TFWGucci, criadores internacionais de memes foram abordados para criar um meme eles próprios, incorporando o imaginário Gucci, ou para propor uma ideia que a Casa Gucci possa concretizar convidando um artista visual (tanto artistas em ascensão como artistas mais conhecidos) para dar vida à sua ideia. Assim, os memes finais são resultado de uma colaboração bidirecional ou tripla, e uma vez mais comprova o desejo de Alessandro Michele de se envolver com uma comunidade criativa mais ampla do que aquela que tradicionalmente se situa no mundo da moda. 

Entre os nomes que contribuem para esta nova iniciativa estão Amanda Charchian, artista baseada em Los Angeles, que cria um imaginário cativante e sensual, e Olaf Breuning, que a partir de Nova Iorque e Zurique é conhecido pelo seu divertido trabalho criativo. Outros nomes são oriundos de diferentes cantos do globo, como Less, um fotógrafo coreano, e Christto & Andrew, um duo de artistas do Qatar. 

A Gucci criou igualmente um micro site para abrigar estas obras de arte em www.gucci.com/tfwgucci

O projeto #TFWGucci foi apresentado na Baselworld, a feira internacional de relojoaria e joalharia, que decorre desde a semana passada. conteudos@fleed.pt

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João Silva Santos é o novo diretor de RH do Praia D’El Rey Golf & Beach Resort

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O Praia D’El Rey Golf & Beach Resort acaba de contratar João Silva Santos para diretor de Recursos Humanos deste resort cinco estrelas, localizado nas proximidades de Óbidos, em plena Costa da Prata.

Com uma experiência consolidada na gestão de RH na área da hotelaria, João Silva Santos transita para o Praia D’El Rey Golf & Beach Resort depois de quatro anos a liderar a equipa de RH do Dolce CampoReal Lisboa, hotel pertencente ao grupo Wyndham Worldwide. Anteriormente o profissional ocupou o cargo de Coordenador de Recursos Humanos e Marketing do Lisboa Marriott Hotel.

De regresso à cadeia Marriott, no Praia D’El Rey Golf & Beach Resort João Silva Santos terá como principais responsabilidades o desenvolvimento e supervisão de estratégias diferenciadas de recrutamento, seleção, formação e reconhecimento organizacional, com foco na consolidação do equilíbrio das várias dimensões da equipa com vista à sua motivação e produtividade.

João Silva Santos assume assim a direção de um dos principais eixos estruturais deste resort. Todos os profissionais que trabalham no Praia D’El Rey Golf & Beach Resort, e que se dedicam na execução das suas funções dando diariamente o seu melhor, assumem uma decisiva importância na forma como o resort opera e atinge os mais elevados índices de satisfação dos clientes, garantindo-lhes assim uma experiência de luxo a todos os níveis.

João Silva Santos é licenciado em Psicologia pela Universidade Lusíada de Lisboa, e posteriormente concluiu o mestrado em Psicologia Social e das Organizações pelo Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa. conteudos@fleed.pt

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Autoridade Bancária Europeia pode ser dividida entre Paris e Frankfurt

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​A Comissão Europeia abriu uma consulta urgente sobre o futuro da EBA (european bank authority), que neste momento tem a sua sede em Londres e que deverá deixar o Reino Unido após o Brexit.

Com apenas 6 anos de existência, a EBA tem a sua própria continuidade em análise, uma vez que há vários defensores de que a mesma possa ver integradas as suas competências em outras autoridades europeias.

Na semana passada, Valdis Dombrovskis, vice-presidente da Comissão e responsável pelos mercados financeiros lançou uma consulta publica sobre o futuro das três autoridades que atuam na área financeira, envolvendo a EBA, os Seguros e o Mercado de Capitais.

O documento levanta como hipótese a incorporação da EBA na Autoridade dos Seguros, que tem sede em Frankfurt, sendo que as suas competências mais relacionadas com os mercados de capitais seriam integradas na ESMA, autoridade que regula os mercados de capitais e que por sua vez tem sede em Paris.

“A UE deve intensificar os seus esforços para construir mercados financeiros mais integrados, eficientes e estáveis, de modo a estar preparada para lidar com novos desafios. Uma boa e eficiente supervisão financeira é fundamental para este objetivo. Nos seis anos que se seguiram à crise, as Autoridades Europeias de Supervisão realizaram um trabalho importante no desenvolvimento de um Regulamento único para os serviços financeiros. Quero ouvir todas as partes interessadas sobre a forma como podemos assegurar que estas autoridades tenham o maior impacto no apoio a uma maior convergência das práticas de supervisão nos nossos Estados-Membros ", afirma Dombroskis no comunicado divulgado.

O futuro dos reguladores dos mercados financeiros estará em consulta até ao dia 12 de maio próximo, e pode determinar a partilha da EBA entre Paris e Frankfurt. conteudos@fleed.pt

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Grandes bancos europeus com lucro de 25 mil milhões de euros em paraísos fiscais

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Um novo relatório da Oxfam e da Fair Finance Internacional Guide divulgado esta segunda feira, revela que os 20 maiores bancos europeus registaram 26% de seus lucros em paraísos fiscais, uma percentagem pouco proporcional face à atividade económica que desenvolvem nessas jurisdições.  

O relatório sugere que esta discrepância se deve ao facto de alguns bancos usarem os paraísos fiscais para evitar pagar os impostos devidos, bem como para ajudar os seus clientes a contornar certas regulamentações ou requisitos legais.

Esta investigação, de acordo com a Oxfam, só foi possível devido às novas regras de transparência na União Europeia que exigem que os bancos europeus publiquem informações sobre seus lucros e impostos pagos em cada um dos países em que operam.

O relatório conclui que os paraísos fiscais representam 26% dos lucros obtidos pelos vinte maiores bancos europeus, o equivalente a 25 mil milhões de euros). embora respondam apenas por 12% do volume de negócios e por 7% do seu pessoal.

Em média, as subsidiárias localizadas em paraísos fiscais são duas vezes mais rentáveis para os bancos do que aquelas que estão localizados em outros locais. Por cada 100 euros de atividade, os bancos têm um retorno de 42 euros em paraísos fiscais, em comparação com os 19 euros que recebem em média em outras localizações.

Da mesma forma, um funcionário do banco num paraíso fiscal gera um lucro médio de 171 mil euros por ano, quatro vezes mais do que um empregado fora daquelas localizações, ficando-se por 45 mil euros ano.

Em 2015, os bancos europeus obtiveram pelo menos 628 milhões de euros de lucros em paraísos fiscais, onde não têm qualquer empregado. Por exemplo, o banco francês BNP Paribas obteve um lucro 134 milhões de euros livre de impostos nas Ilhas Cayman, onde não têm qualquer colaborador.

Alguns bancos, afirma o relatório, reportaram lucros em paraísos fiscais, apesar de apresentarem perdas em outros países. Assim, em 2015, o Deutsche Bank apresentou lucros residuais ou mesmo perdas nos seus principais mercados, ao mesmo tempo que ganhou mais de dois mil milhões em paraísos fiscais.

O Luxemburgo e a Irlanda são os paraísos fiscais preferidos, representando cerca de 29% dos lucros que os bancos obtiveram em paraísos fiscais em 2015. Nesse ano, os vinte maiores bancos europeus obtiveram um lucro de 4,9 mil milhões de euros no Luxemburgo, mais do que obtiveram no Reino Unido, Suécia e Alemanha juntos.

Frequentemente, os bancos não pagam qualquer imposto sobre os lucros gerados nos paraísos fiscais.

Na Irlanda, os bancos europeus são tributados a uma taxa efetiva de não mais do que 6% (cerca de metade da taxa legal). O Barclays, o RBS e o Credit Agricole não pagam mais de 2%. conteudos@fleed.pt

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AT&T e Verizon também boicotaram publicidade no Google

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As más notícias para o Google não param de chegar, sobretudo na sua divisão de publicidade. A AT&T e a Verizon, as duas maiores empresas de telecomunicações dos Estados Unidos informaram que abandonaram a plataforma da Google por esta não fazer tudo o que pode para evitar que os seus anúncios surjam em vídeos que promovem o terrorismo e o apelo ao ódio.

A AT&T e a Verizon são, de acordo com a Kantar Media, citada pela Bloomberg, o terceiro e o quarto maior investidor em publicidade nos Estados Unidos. A AT&T terá investido, apenas no ano passado, cerca de mil milhões de dólares.

De acordo com o Techcrunch, este boicote não estará apenas relacionado com a crise que a Google enfrenta no Reino Unido, com inúmeros anunciantes a deixarem de colocar publicidade na plataforma da tecnológica americana. Quer a AT&T quer a Verizon estarão elas próprias a desenvolver plataformas de publicidade. A Verizon adquiriu a AOL por 4,4 mil milhões de dólares em 2015 e a AT&T fez uma oferta pela Time Warner.

Entre as instituições que saíram do Google estão o Governo inglês, a Havas, Sainsbury’s, Toyota, Volkswagen, GlaxoSmithKline, BBC, Guardian, entre outras. A AT&T avançou no seu comunicado que está “profundamente preocupada que os nossos anúncios possam ter aparecido ao lado de conteúdos do youtube que promovem o terrorismo e o ódio”. A Verizon alinha pelo mesmo diapasão, afirmando que “tomamos as medidas necessárias para que a nossa marca não seja impactada negativamente. Uma vez notificados que os nossos anúncios estavam a aparecer em sites impróprios, suspendemos de imediato estas colocações e lançamos uma investigação” para apurar o que se passou. conteudos@fleed.pt

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Caixa vai pagar 10,75% de juros na emissão de dívida

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A Caixa Geral de Depósitos deverá pagar 10,75% de juros na emissão de obrigações de 500 milhões que está a realizar. A informação é avançada pela Bloomberg e citada pelo jornal de Negócios.

A procura terá atingido três vezes a oferta disponível. Recorde-se que o maior banco nacional vai emitir, nesta fase, 500 milhões de euros, pelo que a procura terá ultrapassado os 1,5 mil milhões de euros.

Em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a instituição já havia avançado que a taxa a pagar deveria ser elevada, justificando esse valor com o facto de “a CGD não ser um banco cotado, pela ausência de emissões similares por parte de bancos nacionais, dificultando a comparabilidade, e sobretudo pelos riscos intrínsecos a este tipo de instrumentos”.

A CGD pagou nos últimos exercícios juros de capital contingente (CoCos) ao Estado Português de cerca de 10% ao ano, pelos 945 milhões de euros emprestados pela República. Estes montantes foram já incorporados no capital da CGD, pelo que em 2017, o banco já não terá de desembolsar cerca de 100 milhões de euros por ano para o Estado.

Com a taxa que está a ser avançada, os juros a pagar pelos 500 milhões ultrapassarão os 50 milhões de euros anuais de custos para a instituição. conteudos@fleed.pt 

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EDP paga para acionistas participarem na assembleia geral

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A EDP informou, esta quarta feira à noite, o mercado em comunicado enviado à CMVM, que “com vista a facilitar a participação” dos seus acionistas na assembleia geral, que se realiza no próximo dia 19 de abril, “decidiu suportar os custos habitualmente cobrados pelos intermediários financeiros para a emissão das declarações de titularidade das ações”.

Os detentores de ações e direitos têm de solicitar às suas instituições financeiras um documento que prove serem os detentores dessas mesmas ações, documento sem o qual não poderão participar nas assembleias gerais. É este custo que a EDP vai assumir perante os bancos. conteudos@fleed.pt

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Grupo MDS adquire posição na FlexBen e reforça soluções de benefícios para colaboradores

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A MDS, multinacional de origem portuguesa especialista em gestão de riscos e corretagem de seguros, adquiriu uma participação de 45% na empresa FlexBen. Esta aquisição enquadra-se na estratégia de reforço da atividade da MDS, permitindo alargar a atividade na área de employee benefits, nomeadamente através da disponibilização de uma plataforma de benefícios flexíveis de elevado valor acrescentados para empresas e seus colaboradores.

Ricardo Pinto dos Santos, CEO da MDS Portugal, afirma: “A MDS, enquanto líder de mercado e um dos principais especialistas em Employee Benefits em Portugal, está empenhada em fornecer sempre os melhores serviços e as soluções mais avançadas aos seus clientes, tendo vindo a estender a sua atividade a áreas complementares. A aquisição da FlexBen, criando uma parceria estratégica com o Grupo Trivalor e a Advantis, vem reforçar a nossa área de seguros de employee benefits e coloca-nos na linha da frente no incontornável tema dos benefícios flexíveis”.

A FlexBen é uma empresa portuguesa de base tecnológica que desenvolve soluções que facilitam e apoiam as empresas na definição de diferentes tipos de benefícios a entregar aos colaboradores. A aquisição pela MDS cria, assim, uma parceria estratégica com a Ticket Serviços, empresa do grupo Trivalor com uma posição de 45%, e a Advantis, parceiro tecnológico com 10% do capital. A solidez acionista da FlexBen permite-lhe explorar novas oportunidades de crescimento, estando a MDS empenhada em potenciar as suas mais-valias no mercado nacional e internacional.

Mário Vinhas, Deputy Executive Director da MDS Portugal, adianta: “Os benefícios flexíveis são hoje fundamentais para as empresas na captação e retenção dos seus colaboradores, dando vantagem competitiva às empresas que dispõem deste tipo de soluções. A solução tecnológica disponibilizada pela FlexBen é uma mais-valia para os gestores e responsáveis de recursos humanos, bem como para os próprios colaboradores, já que facilita a gestão de programas de benefícios flexíveis, cada vez mais personalizados”.

Plataforma tecnológica FLEXBEN® facilita gestão de benefícios

O FLEXBEN® é um sistema que permite às empresas definir, implementar e gerir de forma integrada e eficiente o seu plano de Benefícios Flexíveis, otimizando processos e proporcionando uma maior eficiência fiscal à organização como um todo, incluindo aos seus colaboradores.

O FLEXBEN® apresenta-se na linha da frente das plataformas de gestão de benefícios, diferenciando-se pela filosofia de gestão integrada dos diferentes tipos de vantagens proporcionadas aos colaboradores, sendo a solução ideal para os manter motivados e felizes.

Com base no know-how dos seus acionistas e de uma equipa com vasta experiência em benefícios para colaboradores, quer na vertente de desenvolvimento de sistemas de informação, quer na vertente do conhecimento das soluções fiscalmente mais atrativas para empresas e colaboradores, a FlexBen apresenta planos adaptados às necessidades de cada empresa. Estes planos são apresentados na plataforma web que agrega todos os benefícios à disposição dos colaboradores.

Mário Vinhas conclui: “A aquisição da FlexBen permite-nos oferecer um serviço completo e diferenciado aos nossos clientes, colocando-nos na linha da frente dos employee benefits não só em Portugal como a nível internacional. Conseguimos delinear planos de benefícios, adaptados às necessidades dos colaboradores, que, de forma personalizada, escolhem a opção ajustada às suas necessidades e gostos. No entanto, continuamos sempre atentos ao mercado e às tendências nesta área, de forma a liderar e a oferecer novas soluções sempre que acrescentem valor para os nossos clientes e parceiros”.

MDS com presença global

A MDS é um grupo multinacional que atua na área da corretagem de seguro e resseguro e consultoria de risco. É líder de mercado em Portugal, top 3 no Brasil e está presente também em países como Angola e Espanha. Através da Brokerslink, uma das maiores organizações globais de corretagem e serviços de consultoria de risco fundada pela MDS em 2004 e sedeada em Zurique, está presente em mais de 100 países, com cerca de 400 escritórios e totalizando cerca de 10.000 profissionais da área dos seguros. É também acionista e parceiro de referência da ED (ex-Cooper Gay Swett & Crawford), corretor independente no mercado ressegurador londrino.

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Bright Pixel e Caixa Capital investem na Probe.ly

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A startup portuguesa Probe.ly, um dos primeiros projetos incubados na Bright Pixel, venceu, na última semana, um dos mais disputados prémios nacionais de Capital de Risco da Caixa Geral de Depósitos, o Caixa Empreender Award 2017, ainda sem ter concluído o seu primeiro ano de vida. Esta segunda feira, foi a vez da Bright Pixel anunciar que decidiu realizar igualmente um novo investimento na empresa, reforçando assim a sua aposta nesta nova empresa.

Probe.ly está a lançar uma ferramenta inovadora de descoberta e gestão de vulnerabilidades de segurança em aplicações Web, contribuindo desta forma para uma internet mais segura e para um ambiente de negócio mais protegido.

O último ano tem sido de desenvolvimento e aperfeiçoamento da solução. Em setembro já tinha sido uma das escolhidas para representar Portugal no Websummit, tendo igualmente saído vencedora do último programa de aceleração Lisbon Challenge, um dos programas de aceleração com maior reconhecimento.

Nuno Loureiro, CEO da Probe.ly afirma em comunicado: “tivemos o privilégio de construir a nossa empresa num ambiente altamente especializado e criativo, ao lado de uma equipa de elite, com fortes ligações com o mercado real, que nos proporcionou imensas sinergias com potenciais futuros parceiros e nos permitiu desenvolver o produto certo, reduzindo o risco e o nosso time-to-market. Este prémio da Caixa Capital é uma distinção especial que nos faz acreditar ainda mais que estamos no caminho certo e que temos tudo para construir uma empresa de sucesso, com o apoio de investidores que nos poderão ajudar neste desafio”.

A equipa liderada por Nuno Loureiro é constituída por um grupo de especialistas em cibersegurança com anos de experiência, tendo a sua génese a partir de um investimento estratégico neste sector promovido pela Bright Pixel ( https://brpx.com ) em Abril de 2016. 

A equipa fundadora esteve incubada no “venture builder studio” em Lisboa desde então, a construir o MVP e a validar o seu produto com parceiros da indústria e potenciais clientes.

Probe.ly entra agora, de acordo com os seus fundadores, numa nova fase, de exploração comercial e de crescimento, com o lançamento oficial do seu produto, alavancado em parcerias estratégicas que a Bright Pixel e a Sonae IM ( http://sonaeim.com ) proporcionam à equipa fundadora.

Para Celso Martinho, CEO e fundador da Bright Pixel, “este é um passo muito importante para a Probe.ly, do qual nos orgulhamos, mas também para o processo de afirmação da nossa metodologia e do crescimento do nosso próprio projeto”. conteudos@fleed.pt

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Brasil abalado com escândalo no negócio da carne

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O Brasil, o maior exportador de carne bovina do mundo, está a braços com uma gigantesca crise, depois de as autoridades terem iniciado a operação “carne fraca”.

Na última sexta feira, a polícia federal iniciou a investigação sobre um alegado envolvimento de funcionários do governo num esquema de atribuição de licenças e de fiscalização irregular dos armazéns de carne brasileiros.

Esta operação atingiu algumas das maiores empresas brasileiras como a BRF e a JBS, que controlam marcas como a Sadia, a Perdigão, a Friboi e a Seara. De acordo com a investigação, suspeita-se que eram utilizadas substâncias químicas para disfarçar a falta de qualidade da carne já fora de prazo, sendo vendida quer no Brasil quer nos mercados externos. Os investigadores descobriram também que a carne seria injetada de água para aumentar o seu peso e assim arrecadarem mais dinheiro com a sua venda.

No decorrer da operação, até sábado, já tinham sido presas 36 pessoas, estando outras em fuga.

O governo de Temer tem-se desdobrado em ações que permitam salvaguardar um dos produtos mais exportados pelo Brasil, desde reuniões com produtores, associações até a um jantar numa churrasqueira, de forma a garantir que o problema está limitado e controlado.

O que é facto é que vários armazéns foram selados, pessoas presas, e funcionários públicos do ministério da agricultura afastados.

O escândalo já está a ter consequências para a economia brasileira, com países como a China, que é o maior importador de carne do Brasil, e a Coreia do Sul informaram as autoridades brasileiras que iriam reter toda a carne proveniente do Brasil nos seus portos impedindo a sua distribuição.

Também a União Europeia exigiu a Brasília que todas as exportações das empresas envolvidas sejam imediatamente suspensas.

O setor das carnes foi o terceiro maior contribuinte para as exportações brasileiras em 2016. De acordo com os dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços brasileiro, o setor ficou apenas atrás dos grãos e dos minérios. Em 2016, a exportação de carne atingiu 12,6 mil milhões de dólares, tornando o Brasil no campeão da exportação desta protaína.

Uma das empresas alegadamente envolvidas nesta fraude, a JBS, figura mesmo como o quinto maior exportador do País, apenas atrás de empresas como a Vale, a Embraer, Petrobrás e GE Celma. conteudos@fleed.pt

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Índice de preços ao produtor na Alemanha aumentaram 3,1% em fevereiro

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​O índice de preços ao produtor na Alemanha aumentou 3,1% em fevereiro comparativamente com o mês homólogo do ano passado, anunciou esta segunda feira o instituto de estatística alemão, destatis.

Este foi o maior aumento anual desde dezembro de 2015, ano em que o aumento se situou em 3,5%. Em janeiro deste ano, o incremento homólogo atingiu 2,4%.

Comparativamente com o mês anterior, os preços verificaram um incremento de 0,2%, 0,7 em janeiro e 0,4% em dezembro.

Em fevereiro de 2017, informa o destatis, todos os índices de preços nos principais grupos industriais aumentaram comparando com o mês homólogo de 2016. Os preços da energia aumentaram 5,4%, os preços dos produtos petrolíferos aumentaram 22,7%, apesar da quebra dos preços do gas natural em 7.5%.

Os preços dos bens intermédios aumentaram 3,3% e o dos bens de consumo não duráveis aumentaram 2,3%. Por seu lado, os preços dos bens duráveis incrementaram 1,1%. conteudos@fleed.pt

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