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Portugal é o quinto país da Europa com maior crescimento em valor nos bens de consumo

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Segundo o relatório Growth Reporter referente ao segundo trimestre de 2017, desenvolvido pela Nielsen, a Europa apresentou, nos Bens de Grande Consumo, uma evolução de preços de 2% e um aumento de volumes de 1,7%. No total, assistiu-se a um aumento de vendas em valor de 3,7% ou seja mais 2,9pp em relação ao período homólogo.

Portugal está entre os cinco países que mais cresceram na Europa, apenas atrás da Turquia, Eslováquia, Áustria e Hungria. O consumo nacional registou no 2º trimestre um crescimento de 3,7% em volume e uma inflação de 2,4%, totalizando um aumento em valor de 6,1%. O crescimento registado por Portugal mantém-se acima da média europeia nestas três variáveis.

“O aumento de volumes registado em Portugal confirma o bom desempenho e a recuperação do consumo nacional, enquanto o aumento de preços verificado demonstra que o país está a sair de um cenário de deflação. Com maiores volumes e preços mais altos, verifica-se um crescimento nominal de 6,1%”, refere Ana Paula Barbosa, Retailer Services Director da Nielsen.

Os dados Nielsen apontam para um aumento do consumo em Portugal, que resulta de uma maior estabilidade financeira assim como de um aumento de confiança por parte dos consumidores portugueses.

No acumulado do primeiro semestre deste ano, o balanço positivo, com os Bens de Grande Consumo a crescerem 3,9%. Os resultados positivos deste semestre devem-se ao crescimento de categorias como as Bebidas, mais 9% as alcoólicas e 14% as não alcoólicas, os Congelados, mais 4% e a Higiene do Lar, também 4%. Também a Mercearia, com mais 3%, a Higiene Pessoal, 3% e os Lacticínios com 1%, recuperando de um decréscimo no período homólogo apresentaram crescimento.

“Neste primeiro semestre, a inversão de tendências no que diz respeito às marcas é clara: as Marcas da Distribuição passam a crescer 4,6%, com um aumento de quota em todos os setores, enquanto as Marcas de Fabricante mostram um dinamismo de 3,5%”, acrescenta Ana Paula Barbosa.

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Greenfest reúne 20 mil pessoas no Centro de Congressos do Estoril

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O Greenfest, o maior evento em Portugal dedicado à sustentabilidade, decorre entre 28 de setembro e 1 de outubro, no Centro de Congressos do Estoril (CCE). 

Ao longo dos quatro dias do evento são esperadas 20 mil pessoas para participar nas dezenas de atividades do programa. As conferências e workshops do Greenfest reúnem vários oradores nacionais e internacionais, incluindo Artur Santos Silva, ex-presidente da Fundação Gulbenkian e atual presidente da Fundação La Caixa, e a britânica Safia Minney, a fundadora da marca de moda sustentável e de comércio justo People Tree, entre muitos outros. 

Como já é habitual no Greenfest, há inúmeras ativações para famílias durante o fim de semana, quer nos espaços interiores do CCE quer no exterior, sendo que pela primeira vez os expositores do Greenfest vão ocupar os jardins do Casino do Estoril, até à marginal e à Fiartil.

Há rastreios de saúde e inúmeras iniciativas na área de saúde e bem-estar, como um mercado de produtos biológicos, showcookings, workshops de apicultura, compostagem, construção, tecelagem, artes e ofícios, eficiência energética, entre muitos outros, sendo ainda de salientar a possibilidade de testar automóveis elétricos e híbridos e um espaço para a adoção responsável de animais. 

Programa completo do Greenfest aqui.

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Lefties abre em Rio Tinto

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A Lefties, cadeia de retalho detida pelos espanhóis da Inditex, empresa que também detém a Zara, abre esta quarta feira mais uma loja em Portugal, desta feita no centro comercial de Rio Tinto, o Parque Nascente.

Serão 1324 metros quadrados de área, onde a marca exporá sa suas coleções de Senhora, Homem e Criança, bem como os acessórios que comercializa.

A Lefties é uma das principais empresas de moda acessível presentes em Portugal, procurando adaptar-se às necessidades do mercado conjugando as tendências e moda com um preço reduzido.

A Lefties está presente em 4 países, Espanha, Portugal, Rússia e México e conta com uma rede de 127 lojas. conteudos@fleed.pt

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Compre um telemóvel e escolha um concerto

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A Alcatel dá início amanhã a uma campanha de oferta em que premeia a aquisição dos Smartphones da gama A com um bilhete no valor de 40 euros para qualquer concerto ou evento à escolha do cliente disponível na plataforma Ticketline. 

Na campanha, que abrange os modelos Alcatel A5 LED, Alcatel A3 e Alcatel A3 XL, a marca oferece um voucher electrónico no valor de 40€ para aquisição em www.ticketline.pt de qualquer bilhete para concertos ou eventos culturais disponíveis através da plataforma.

A5 LED

Projetado para ser divertido e sobretudo diferente num mundo cheio da mesma tecnologia de sempre, o Alcatel A5 LED é o primeiro Smartphone do mundo com LED’s interativos.

O A5 LED não é apenas único, é super inteligente. Com inovadoras luzes LED na capa traseira do equipamento podes receber notificações iluminadas e criar os teus próprios padrões de cores, dando-te a oportunidade de simplemente te divertires e deixares a tua verdadeira personalidade brilhar.

O Alcatel A5 LED está disponível com um PVPR de €199,99, incluindo a capa traseira com tecnologia LED, juntamente com uma capa traseira adicional, disponível nas versões Metallic Black ou Metallic Silver, para quando quiseres passar mais despercebido.

A3

O Alcatel A3 conjuga um design pleno de estilo com uma proteção reforçada da privacidade graças a um leitor de impressões digitais programável e um Private Mode para proteção de toda a informação mais sensível. Adicionalmente, o flash frontal permite iluminar o ambiente para tirar sempre ótimas fotografias ou ainda mostrar o teu lado selvagem graças aos filtros da app Face Mask.

O Alcatel A3 está disponível no mercado português com um PVPR de €149,99.

A3 XL

O Alcatel A3 XL conjuga um design único com um impressionante ecrã HD de 6 polegadas com cores vibrantes e uma reprodução cristalina de som para uma incrível experiência de utilização. 

O Alcatel A3 XL está equipado com tecnologia de alta qualidade como o leitor de impressões digitais e tecnologia 4G LTE para uma ligação ultrarrápida. Um Smartphone leve e ergonómico que proporciona uma excelente experiência de fotografia e vídeo, perfeito para nativos digitais.

O Alcatel A3 XL está disponível nas versões Cinzento e Branco com um PVPR de €189,99.

 

A campanha, em vigor até 10 de novembro, consulte os termos e condições.

 

conteudos@fleed.pt

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Tiffosi abre flagship store no Porto

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A Tiffosi acaba de abrir a sua flagship store na cidade do Porto. A superloja, com mais de 1300 metros quadrados, fica situada em plena rua de Santa Catarina, a rua mais movimentada do país.

A abertura deste espaço insere-se no processo de expansão da marca de jeans e acessórios Tiffosi, que conta já com 35 anos de experiência, mais de 100 lojas em todo o mundo, estando na linha da frente como referência das novas tendências de mercado.

Pedro Aguiar, responsável pela expansão da Tiffosi, justifica a abertura “com a afluência crescente de turistas na cidade do Porto e o dinamismo registado no comércio de rua, era importante para nós, enquanto marca criada em Portugal, ter uma presença forte na principal rua pedonal da cidade do Porto, e a CBRE proporcionou-nos essa oportunidade”. conteudos@fleed.pt

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Tony Carreira admite ter copiado músicas

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O popular cantor português admitiu, ontem à noite em entrevista à TVI, ter plagiado diversas músicas por si interpretadas e que constituem alguns dos seus maiores êxitos. “Há canções que são parecidas, muito similares, muito em cima do original. Não vou negar”, afirmou.

Recorde-se que o Ministério Público acusou Tony Carreira e Ricardo Landum, também constituído arguido, de se "arrogarem autores de obras alheias" após modificarem temas originais.

Em causa estão tema como "Depois de ti mais nada", "Sonhos de menino", "Se acordo e tu não estás eu morro", "Adeus até um dia", "Esta falta de ti", "Já que te vais", "Leva-me ao céu", "Nas horas da dor", "O anjo que era eu", "Por ti" e "Porque é que vens" são as 11 canções alegadamente plagiadas, segundo o despacho de acusação do MP.

O cantor assumiu o plágio, mas apontou baterias para quem alegadamente o denunciou, neste caso alegadamente Nuno Rodrigues, da editora Companhia Nacional de Música, afirmando-se vítima. “Estou a ser alvo de uma pessoa que já me colocou um processo em tribunal”, disse ao cantor na mesma entrevista.

Veja também: Os covers de Tony Carreira.

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Financial Times dá Portugal como exemplo

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“Não mais lixo” escreve hoje o Financial Times a propósito do regresso do “filho pródigo” à categoria de investment grade conseguido por Portugal a semana passada, à luz dos analistas da Standard & Poors.

O jornal britânico dá conta de que Portugal é um caso raro na zona euro, com um governo socialista que está a fazer alguma consolidação, mantendo elevados os parâmetros de popularidade.

Para explicar o bom momento que a economia nacional atravessa, o jornal invoca o comportamento global da economia europeia, bem como o aumento das exportações e do investimento, o que ajudou a comprimir o défice público no ano passado.

O jornal avança ainda que o governo socialista está igualmente a colher os frutos das reformas dolorosas que o anterior governo levou a cabo, realçando ainda os fortes níveis de confiança sentidos pelos portugueses. conteudos@fleed.pt

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ANACOM contra compra da TVI pela MEO

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A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) entregou, esta segunda feira, à Autoridade da Concorrência (AdC) o seu parecer desfavorável à operação de concentração entre a MEO e a Media Capital, que embora não seja vinculativo tem um peso substancial para a decisão final.

A aquisição pela MEO do controlo exclusivo da Media Capital, nos termos notificados à Autoridade da Concorrência, traduz-se, adianta a ANACOM, numa integração vertical completa da cadeia de valor, internalizando no mesmo grupo as relações comerciais entre a produção de conteúdos, o fornecimento grossista de canais de TV e de rádio, a publicidade e a distribuição do serviço de televisão.

A operação envolve ainda a Plural, a principal produtora de conteúdos televisivos em Portugal; o canal TVI, líder de audiências e principal espaço publicitário televisivo; a MEO, o operador de telecomunicações líder em vários mercados de comunicações eletrónicas (com quotas de mercado acima dos 40%), a Sapo e a IOL, principais portais de Internet.

A referência de 30% de quota de mercado mencionada nas orientações da Comissão Europeia sobre concentrações não horizontais é ultrapassada em todos os mercados de comunicações eletrónicas afetados, avança a ANACOM.

Dada a dimensão dos intervenientes na operação, tal como notificada, há indícios de que a empresa resultante da concentração terá capacidade e incentivos para:

  • Encerrar, total ou parcialmente, o acesso dos operadores concorrentes aos seus conteúdos e canais de televisão e de rádio bem como ao seu espaço publicitário.
  • Encerrar, total ou parcialmente, o acesso de outros canais (por exemplo, a SIC e a RTP) às suas plataformas, nomeadamente de televisão por subscrição, portais de Internet (Sapo e IOL) e serviços OTT.
  • Utilizar informação sensível ou confidencial dos concorrentes em seu benefício, nomeadamente no âmbito das campanhas de publicidade.
  • Introduzir menor transparência nos preços praticados no serviço de TDT internamente (à TVI) e externamente (aos restantes operadores de televisão), dificultando a análise e verificação do cumprimento das condições regulamentares impostas neste âmbito.
  • Impedir os operadores alternativos de fornecer serviços na gama “760” à TVI, nomeadamente para televoto, participação em concursos televisivos e angariação de donativos.
  • Caso se concretizem, estes incentivos podem colocar entraves significativos à concorrência efetiva nos mercados de comunicações eletrónicas.

 

Por outro lado, importa assinalar que não foram especificamente identificados benefícios da operação de concentração pela notificante.

Os instrumentos sectoriais à disposição da ANACOM não são suficientes para acautelar o impacto que pode resultar da operação de concentração, tal como notificada, nos mercados de comunicações eletrónicas.

Face à apreciação efetuada, e dados os riscos decorrentes da operação de concentração, tal como foi notificada, a ANACOM conclui que a mesma é suscetível de criar entraves significativos à concorrência efetiva nos vários mercados de comunicações eletrónicas, com prejuízo em última instância para o consumidor final, pelo que não deverá ter lugar nos termos em que foi proposta.

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Toys R Us deverá pedir insolvência nos EUA

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Não, não é brincadeira. O Toys R Us pode pedir a insolvência já esta semana, de acordo com as informações avançadas pela cadeia de televisão norte-americana CNBC e citadas no Jornal de Negócios.

A ideia, para já, parece ser a de provocar uma reestruturação ainda antes do maior período de vendas, precisamente a época natalícia. Esta será, segundo as fontes ouvidas pela televisão americana, uma oportunidade para a marca se posicionar face às alterações que se têm verificado no setor do retalho.

A empresa enfrenta, já no próximo ano, o vencimento de uma dívida de 400 milhões de dólares, de uma divida que na sua totalidade ascende a cinco mil milhões de dólares.

A cadeia de retalho de brinquedos foi adquirida há 12 anos por três fundos de investimento, o KKR, a Bain e o fundo imobiliário Vornado.

O Toys R Us está presente em Portugal com lojas nos principais centros comerciais nacionais, contando com cerca de 1.600 lojas em todo o mundo. conteudos@fleed.pt

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Sonae integra Porto Tech Hub para fazer do Grande Porto um centro tecnológico

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Fazer do Grande Porto uma referência internacional na área das tecnologias de informação e comunicação. Este é propósito do Porto Tech Hub, associação que ganha uma nova força com a entrada da Sonae na sua lista de membros

Através da sua área de sistemas de informação Sonae BIT, o grupo liderado por Paulo Azevedo e Ângelo Paupério aderiu ao Porto Tech Hub com o objetivo de promover o Grande Porto como centro tecnológico de excelência a nível internacional. Segundo co comunicado divulgado, “esta parceria enquadra-se na estratégia da Sonae BIT de criação de uma comunidade tecnológica que una empresas e entidades ligadas à tecnologia, facilitando o desenvolvimento de uma política de inovação aberta”.

Rui Cohen, diretor de tecnologias de informação da Sonae BIT, afirma que “a criação de clusters tecnológicos de referência implica a exploração de sinergias entre empresas da área das TIC, nomeadamente na atração de talento e na capacidade de inovação”. Nesse sentido, “a Sonae está empenhada em contribuir para o desenvolvimento tecnológico em Portugal, pelo que, entre outras iniciativas, está a colocar sua dimensão, competências e conhecimento ao serviço da comunidade tecnológica facilitando a criação de um centro tecnológico de excelência no Grande Porto”, acrescenta.

A Porto Tech Hub é uma associação de empresas líderes de mercado que tem como missão reunir as empresas tecnológicas da região do Grande Porto, no sentido de construir os alicerces para que a região seja reconhecida globalmente como um centro tecnológico de excelência, aumentar a notoriedade da cidade como um excelente local para viver e trabalhar na área das tecnologias de inovação e aumentar o networking entre empresas e entidades da área das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Grande conferência dia 20 de Setembro no Porto

No âmbito da parceria estabelecida, a Sonae está a co-organizar um dos maiores eventos de tecnologia em Portugal, o Porto Tech Hub Conference. A iniciativa terá lugar no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, onde a 20 de setembro são esperadas mais de 1.000 pessoas para assistir à conferência internacional onde estarão alguns dos mais reputados especialistas mundiais da área tecnológica para debater e apresentar as últimas tendências do setor.

Este ano, o maior evento de tecnologia realizado no Porto vai, apresentar oito oradores que vão abordar, ao longo de um dia inteiro, temas diversos que vão desde o conteúdo técnico a tendências tecnológicas, passando por perspetivas mais abrangentes sobre as tecnologias de informação.

Entre os oradores confirmados estão Simona Cotin, Cloud Developer Advocate da Microsoft; Benjamin Fuentes, Bluemix & Blockchain Advocate da IBM; e Simon Ritter, Deputy Chief Technology Officer da Azul Systems.

Os bilhetes para assistir à conferência estão à venda em https://portotechhub.com/

 

Sonae acolhe estudantes e comunidades tecnológicas

No âmbito da associação Porto Tech Hub, a Sonae BIT acolheu estudantes e comunidades tecnológicas, promovendo o conhecimento e a partilha de experiências. Entre as comunidades que já participaram estão Net.Ponto, Girl Geek Dinner, Porto Lean Coffee Portugal ou Startup Coffee.

Esta abertura de portas à comunidade tecnológica é já hoje uma aposta na Sonae BIT, nomeadamente através do programa Switch, uma pós-graduação que irá decorrer no ISEP e que tem como objetivos dar ferramentas digitais a licenciados em ciência, tecnologia, engenharia e matemática, dando-lhe novas competências e permitindo-lhes reconverter a sua carreira para a área das TICs.

“Todo este trabalho vem ao encontro da nossa estratégia de aproximação à comunidade tecnológica e que conta com projetos como o HeartBit Tours, uma iniciativa que abriu as portas do nosso edifício a estudantes de ensino superior, o BIT Wise, um evento mensal de partilha de conhecimento que tem trazido à BIT especialistas de várias áreas, ou os vários eventos externos que temos participado, sobretudo junto das universidades”, conclui Rui Cohen.

redacao@fleed.pt

 

 

 

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Novo Banco quer Salgado com reforma de 11.500 euros

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A pensão de Ricardo Salgado e de outros antigos administradores do BES deverá ser reduzida para 11.500 euros brutos por mês, se os tribunais confirmarem a interpretação que o Fundo de Pensões do Novo Banco, adianta hoje o Jornal de Negócios.

Este valor representa bastante menos do que os 90 mil euros ilíquidos que o ex-banqueiro recebia.

As questões com a reforma do ex-lider do GES poderão não ficar por aqui. É que de acordo com a Sábado, a gestora do fundo de pensões do Novo Banco, diz que as reformas dos ex-gestores são garantidas pelo BES mau e não pelo Novo Banco.

Além de Salgado, os outros ex-administradores como José Manuel Espírito Santo, António Souto, Jorge Martins, Rui Silveira, José Maria Ricciardi, João Freixa, Stanislas Ribes, Amílcar Morais Pires e Joaquim Goes, deverão também ver-lhe aplicado um teto às reformas que auferem. conteudos@fleed.pt

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Ausência de avaliação penaliza funcionários públicos

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Cerca de 23 mil funcionários públicos não tiveram qualquer avaliação em 2014 e 2015 e por isso deverão ser penalizados no descongelamento de progressões que está a ser negociado no âmbito do orçamento de Estado, diz o Público na sua edição de hoje.

A ausência de avaliação é criticada pelos sindicados, apontando os quadros dirigentes como os responsáveis por uma realidade que acabará por prejudicar alguns milhares de funcionários.

Os trabalhadores não avaliados obtiveram a atribuição administrativa de um ponto, face aos possíveis seis que obtiveram aqueles que tiveram avaliação, o que implica que possam não ter acesso à progressão que está a ser negociada.

Se há uns anos, os sindicatos lutavam para que em determinadas funções não houvesse avaliações, como foi o caso dos professores, agora são eles os maiores defensores, com Helena Rodrigues, presidente do sindicato dos quadros técnicos do Estado, a afirmar ao matutino que “a avaliação é um direito dos trabalhadores e o facto de ela não existir prejudica-os objetivamente”.

Até ao momento e tendo em conta os números reportados, haverá 251 mil funcionários com direito a pelo menos uma progressão, o que implicará um custo de 385 milhões de euros anuais. Se não houver faseamento o impacto, será bastante maior e poderá atingir os 600 milhões de euros.

Nesta quinta feira, o presidente da Confederação Empresarial de Portugal, (CIP), afirmou, durante o debate "o Crescimento baseado na Competitividade Empresarial" que “estamos, de novo, perante um Orçamento de Estado que é uma questão de escolhas, que têm que ser feitas corretamente", pois é necessário "colocar o país na rota do crescimento económico, assente na promoção do investimento e aumento das exportações”.

conteudos@fleed.pt

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ISQ fecha contrato de 3 milhões de euros na Guiana Francesa

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O Grupo ISQ anunicou ter fechado um novo contrato para a prestação de serviços de apoio às atividades de operação e de montagem, integração e teste de foguetões no Porto Espacial Europeu de Kourou, o CSG - Centre Spatial Guyanais, na Guinana Francesa.

De acordo com Pedro Matias, presidente da empresa, “este contrato vai permitir que o ISQ continue presente no CSG, de forma permanente, até 2022 e representa uma faturação superior a 3M€. O ISQ é a única entidade portuguesa presente, em permanência, no Spaceport de Kourou, desde 2004”.

No Centro Espacial Europeu são lançados os foguetões de três sistemas de lançamento: o Ariane 5, o Soyuz e o Vega. 

Este centro espacial tem uma quota, do mercado mundial de satélites geoestacionários civis, superior a 50%, o que significa que mais de metade dos satélites geostacionários colocados em orbita nos últimos anos tiveram o acompanhamento de engenheiros do ISQ. conteudos@fleed.pt

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Turistas brasileiros e americanos disparam em julho

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Em julho de 2017, a hotelaria alojou 2,2 milhões de hóspedes que proporcionaram 6,9 milhões de dormidas, representando uma evolução de 6,1% e 4,7%, respetivamente, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística.

Em termos acumulados, o número de hóspedes aumentou 9,6% face ao mesmo período do ano passado, para os 11.571 milhões, traduzindo-se numa receita toral de 1,8 mil milhões de euros nos primeiros sete meses do ano, mais 17,3% que nos meses homólogos de 2016.

As dormidas em hotéis, que 64,8% do total, evidenciaram um crescimento de 5,7% no mês de julho. As restantes tipologias e respetivas categorias registaram evoluções maioritariamente positivas, com destaque para os apartamentos turísticos, 9,8%, e as pousadas, com 7,4%, mas tendo os hotéis-apartamentos verificado ligeira redução de 0,5%.

 

Mercado interno retoma crescimento

O mercado interno contribuiu com dois milhões de dormidas, que representaram um crescimento de três por cento. Os mercados externos registaram um crescimento 5,4%, menos que os 10,2% registados no mês anterior, atingindo 4,9 milhões de dormidas.

No período de janeiro a julho as dormidas de residentes aumentaram 4,2% e as de não residentes 10,2%.

 

Mercado brasileiro e americano com crescimentos expressivos

Os treze principais mercados emissores dois representaram 84,9% das dormidas de não residentes e apresentaram resultados heterogéneos.

O mercado britânico, que representa 23,3% das dormidas de não residentes, estabilizou em julho, com uma variação de 0,1%. Nos primeiros sete meses do ano este mercado apresenta um crescimento de 4,3%.

O mercado espanhol foi o segundo maior mercado em julho, com 11% do total, apesar de ter recuado 6,2% neste mês. No período de janeiro a julho este mercado também cresceu 2,5%.

As dormidas de hóspedes alemães, que equivalem a 10,5% registaram aumentos de 8,3% em julho e 9,4% no período acumulado. Já o mercado francês, 8,4% do total, recuou pelo terceiro mês consecutivo, menos 5,9% em julho, continuando a apresentar um crescimento de 1,7% nos primeiros sete meses do ano.

Entre os principais países, destacaram-se os crescimentos dos mercados brasileiro com mais 46,2%, o americano, com 27,8% e italiano, aumentando 18,3%. No período de janeiro a julho sobressairam as evoluções nos mercados brasileiro, de 53,6%, o americano, com 30,0% e polaco, com 27,6%.

 

Crescimento expressivo nos Açores

Em julho, observaram-se aumentos das dormidas na maioria das regiões, com destaque para os crescimentos dos Açores, com mais 18,6%, Alentejo, 15,3%, e Centro com mais 13,3%.

As dormidas concentraram-se principalmente no Algarve, que tem um peso de 40,5% e em Lisboa, que representa 21,2%.

 

 

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Mytaxi lança novo serviço de partilha de táxi

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A mytaxi, empresa de serviços digitais de reserva de táxis e parte do Grupo Daimler, lançou esta quarta feira a mytaxi match, uma nova funcionalidade que permite aos utilizadores de táxi partilharem a sua viagem de uma forma eficiente e com menores custos.

O serviço vai estar, inicialmente, disponível para os utilizadores em Varsóvia – permitindo o acesso partilhado a um grupo potencial de 1000 veículos, antes do serviço ser lançado noutras cidades europeias durante os próximos meses. 

Nos últimos seis meses, a funcionalidade mytaxi match foi submetida a uma série de testes por toda a Europa, de forma a garantir o sucesso da nova tecnologia de partilha de rotas. A mytaxi match é o primeiro serviço de partilha lançado na Europa que trabalha exclusivamente com motoristas de táxi licenciados, assegurando que os clientes recebem um serviço de elevada qualidade.

Andrew Pinnington, CEO da mytaxi, comentou em comunicado “este é um momento entusiasmante para a mytaxi. Ao introduzir o mytaxi match na Europa, estamos confiantes dos benefícios quer para os passageiros – que podem usufruir de um serviço premium a um custo reduzido – quer para os condutores, para os quais o serviço potencia novas abordagens de negócio. Este lançamento em Varsóvia é um importante passo inicial em direção à nossa ambição de levar o serviço para outras cidades europeias onde operamos”.   

A mytaxi foi fundada na Alemanha, em 2009, o conceito tem por base a ideia de estabelecer uma relação direta entre os motoristas de táxi e os passageiros para oferecer a ambos uma alternativa moderna aos sempre demorados processos de reserva convencionais. conteudos@fleed.pt

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Sonae conclui acordo com a JD Sprinter

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A Sonae anunciou, esta manhã, ter chegado a acordo com os britânicos da JD Sports para a fusão das operações da Sport Zone com a JD Sprinter, concluindo a operação anunciada em março deste ano.

A conjugação do líder nacional com um dos maiores players mundiais do setor cria uma rede com 287 lojas na península ibérica e com um volume de negócios agregado, em 2016, estimado em cerca de 450 milhões de euros.

A retalhista passará a contar com 96 lojas em Portugal e 191 em Espanha. A JD Sports possui 12 estabelecimentos em território nacional, sendo que a Sport Zone já estava presente em Espanha há alguns anos onde conta com 40 localizações.

A operação "encontra-se sujeita ao cumprimento de condições suspensivas dependentes de terceiros, onde se inclui a aprovação da Autoridade da Concorrência", afirma o grupo português em comunicado.

A JD Sports é líder de mercado no Reino Unido e conta igualmente com presença em mercados como a Alemanha, Holanda, Itália e Suécia. No ano passado, a empresa faturou cerca de dois mil milhões de euros. conteudos@fleed.pt

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