"Falar de Parkinson" - A nova campanha que quer dar voz a 10 milhões de pessoas

BIAL lança uma campanha internacional no âmbito do Dia Mundial do Parkinson que hoje se assinala

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Fazer-se ouvir e perceber são dificuldades que muitas pessoas com Parkinson enfrentam no dia-a-dia. O novo filme “Speak up for Parkinson’s” [“Falar de Parkinson”] insere-se numa campanha de âmbito mundial, lançada pela BIAL nas redes sociais e iniciada há três anos, e procura aumentar o conhecimento sobre a realidade em que vivem algumas pessoas com a doença de Parkinson.

As alterações da voz são uma das consequências da progressão da doença de Parkinson, podendo ser exacerbadas em contexto de interação social. Este é o tema que serve de metáfora à nova campanha sobre a Doença de Parkinson, apresentada no Dia Mundial dedicado àquela doença, 11 de abril. 

O filme retrata uma doente real com a Doença de Parkinson e com dificuldades na voz, e assenta na ideia de que quando várias vozes falam em uníssono a mensagem é mais poderosa e consegue chegar mais longe. A BIAL acredita que os doentes não devem ser definidos pela doença e que a união de várias vozes às das pessoas com Parkinson contribui para dar-lhes poder, sensibilizando ainda para as necessidades, desafios, frustrações e dificuldades de quem vive e convive com a doença.

A Doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta células nervosas no cérebro responsáveis pelo controlo do movimento. À medida que a doença avança, tarefas diárias comuns como falar ao telefone, fazer um pedido num restaurante, ou simplesmente expressar uma ideia podem tornar-se verdadeiros desafios. A complexidade na realização destas ações provoca ansiedade e poderá levar ao isolamento. Nos casos mais severos, há um sentimento de impotência que pode conduzir à depressão.

Este novo filme reúne as vozes de quem convive diariamente com os doentes porque, ainda que haja conhecimento sobre o que é a doença, há ainda um enorme desconhecimento sobre as dificuldades, nomeadamente de ordem social, que os doentes enfrentam no dia-a-dia. Conhecer melhor as consequências desta doença poderá levar a uma maior tolerância e potenciar um contributo relevante na melhoria da qualidade de vida das mais de 10 milhões de pessoas que vivem com Parkinson no mundo inteiro.

Para Rui Sobral, Diretor do Departamento Global de Parkinson da BIAL, “estes doentes ainda não têm uma voz suficientemente forte. A maior parte das pessoas ainda não sabe o suficiente sobre esta condição de saúde. Pretendemos com esta campanha quebrar o tabu, e para tal precisamos de todas as vozes possíveis para ajudar doentes e cuidadores. Pelo seu papel de proximidade, os cuidadores, sejam familiares, amigos ou profissionais de saúde, estão numa situação privilegiada para esclarecer as limitações que a doença impõe. Este é o terceiro ano consecutivo em que procuramos sensibilizar todas as pessoas para a Doença de Parkinson. Criámos uma campanha emotiva, porque a vida é feita de emoções, mas também honesta, porque realista, e esperamos que chegue assim a muitos corações e ajude a perceber melhor o que é realmente viver com esta doença tão debilitante”. 

Desde 2017 que a BIAL desenvolve campanhas globais associadas ao Dia Mundial de Parkinson. O objetivo destas campanhas é o de sensibilizar a população sobre a doença e a forma como afeta as pessoas que, direta ou indiretamente, por ela são atingidas. Os filmes procuram ainda ilustrar como algumas das limitações associadas à doença podem ser superadas com a compreensão e o apoio de todos. Os filmes das campanhas anteriores (“Me at my best” – 2017; “There's no right rhythm for life” – 2018), promovidos através de plataformas digitais, atingiram mais de 1,1 milhões de visualizações. 

BIAL assume um compromisso com a Doença de Parkinson e por isso lançou, em 2018, a plataforma “Parkinson’s in Mind”, que engloba um site e redes sociais como Facebook, LinkedIn, Twitter e ainda Youtube, e disponibiliza conteúdos dirigidos a pessoas com a Doença de Parkinson, cuidadores e profissionais de saúde (área reservada).

 

Fazer-se ouvir e perceber são dificuldades que muitas pessoas com Parkinson enfrentam no dia-a-dia. O novo filme “Speak up for Parkinson’s” [“Falar de Parkinson”] insere-se numa campanha de âmbito mundial, lançada pela BIAL nas redes sociais e iniciada há três anos, e procura aumentar o conhecimento sobre a realidade em que vivem algumas pessoas com a doença de Parkinson.

As alterações da voz são uma das consequências da progressão da doença de Parkinson, podendo ser exacerbadas em contexto de interação social. Este é o tema que serve de metáfora à nova campanha sobre a Doença de Parkinson, apresentada no Dia Mundial dedicado àquela doença, 11 de abril. 

O filme retrata uma doente real com a Doença de Parkinson e com dificuldades na voz, e assenta na ideia de que quando várias vozes falam em uníssono a mensagem é mais poderosa e consegue chegar mais longe. A BIAL acredita que os doentes não devem ser definidos pela doença e que a união de várias vozes às das pessoas com Parkinson contribui para dar-lhes poder, sensibilizando ainda para as necessidades, desafios, frustrações e dificuldades de quem vive e convive com a doença.

A Doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta células nervosas no cérebro responsáveis pelo controlo do movimento. À medida que a doença avança, tarefas diárias comuns como falar ao telefone, fazer um pedido num restaurante, ou simplesmente expressar uma ideia podem tornar-se verdadeiros desafios. A complexidade na realização destas ações provoca ansiedade e poderá levar ao isolamento. Nos casos mais severos, há um sentimento de impotência que pode conduzir à depressão.

Este novo filme reúne as vozes de quem convive diariamente com os doentes porque, ainda que haja conhecimento sobre o que é a doença, há ainda um enorme desconhecimento sobre as dificuldades, nomeadamente de ordem social, que os doentes enfrentam no dia-a-dia. Conhecer melhor as consequências desta doença poderá levar a uma maior tolerância e potenciar um contributo relevante na melhoria da qualidade de vida das mais de 10 milhões de pessoas que vivem com Parkinson no mundo inteiro.

Para Rui Sobral, Diretor do Departamento Global de Parkinson da BIAL, “estes doentes ainda não têm uma voz suficientemente forte. A maior parte das pessoas ainda não sabe o suficiente sobre esta condição de saúde. Pretendemos com esta campanha quebrar o tabu, e para tal precisamos de todas as vozes possíveis para ajudar doentes e cuidadores. Pelo seu papel de proximidade, os cuidadores, sejam familiares, amigos ou profissionais de saúde, estão numa situação privilegiada para esclarecer as limitações que a doença impõe. Este é o terceiro ano consecutivo em que procuramos sensibilizar todas as pessoas para a Doença de Parkinson. Criámos uma campanha emotiva, porque a vida é feita de emoções, mas também honesta, porque realista, e esperamos que chegue assim a muitos corações e ajude a perceber melhor o que é realmente viver com esta doença tão debilitante”. 

Desde 2017 que a BIAL desenvolve campanhas globais associadas ao Dia Mundial de Parkinson. O objetivo destas campanhas é o de sensibilizar a população sobre a doença e a forma como afeta as pessoas que, direta ou indiretamente, por ela são atingidas. Os filmes procuram ainda ilustrar como algumas das limitações associadas à doença podem ser superadas com a compreensão e o apoio de todos. Os filmes das campanhas anteriores (“Me at my best” – 2017; “There's no right rhythm for life” – 2018), promovidos através de plataformas digitais, atingiram mais de 1,1 milhões de visualizações. 

BIAL assume um compromisso com a Doença de Parkinson e por isso lançou, em 2018, a plataforma “Parkinson’s in Mind”, que engloba um site e redes sociais como Facebook, LinkedIn, Twitter e ainda Youtube, e disponibiliza conteúdos dirigidos a pessoas com a Doença de Parkinson, cuidadores e profissionais de saúde (área reservada).

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