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Quanto é que paga de imposto cada vez que abastece?

O CDS criou um site onde é possível, em valores médios, perceber quanto imposto paga cada vez que abastece.

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Esta quinta feira, o Parlamento debateu o peso dos impostos nos combustíveis, que há nove semanas consecutivas que têm aumentado o seu preço.

No decorrer do debate, o Bloco de Esquerda afirmou aceitar discutir a revisão da fiscalidade nos combustíveis, mas só no âmbito do Orçamento de Estado para 2019, enquanto o deputado Bruno Dias do PCP defendeu que "é necessário e é possível, reduzir a carga fiscal sobre os produtos energéticos". 

Já o PSD, pela voz de Cristóvão Norte, lembrou o Governo as sua promessa, quando introduziu o adicional de ISP em 2016 de garantir a neutralidade fiscal da medida e a revisão trimestral dessa tributação tendo em conta a evolução dos preços do petróleo.

O CDS, que há muito vem defendendo a eliminação desta sobretaxa, classificando a posição do Executivo como um “saque” dando como exemplo o caso de uma qualquer família que gaste  “cinco mil euros a abastecer num ano, paga 3.100 euros em impostos", afirmou no debate Pedro Mota Soares.

O CDS foi mais longe e criou um site, o www.maisimpostomenoscombustivel.pt onde cada português poderá ver as várias componentes que o preço final do combustível inclui, seja gasolina, gasóleo ou GPL. 

Por exemplo, se abastecer 40 litros de gasóleo, pagará em média 57,80 euros, dos quais 29,61 euros ou 51,2% são imposto. Mas se abastecer Os mesmos 40 litros de gasolina, o valor a pagar, em média, será de 66,20 euros, dos quais 58% ou 38,38 euros serão impostos.

Com os preços a aumentarem nos mercados internacionais, os combustíveis em Portugal começam a provocar danos na economia. Esta quinta feira, a ANTRAM, considerou em comunicado que “a sucessiva escalada do preço do gasóleo, sem a devida revisão trimestral do ISP, anunciada e garantida pelo Governo, coloca à prova as empresas de transporte que, no imediato, e para garantir a sua sustentabilidade, ver-se-ão obrigadas a rever a suas tarifas de transporte”. conteudos@fleed.pt

 

Esta quinta feira, o Parlamento debateu o peso dos impostos nos combustíveis, que há nove semanas consecutivas que têm aumentado o seu preço.

No decorrer do debate, o Bloco de Esquerda afirmou aceitar discutir a revisão da fiscalidade nos combustíveis, mas só no âmbito do Orçamento de Estado para 2019, enquanto o deputado Bruno Dias do PCP defendeu que "é necessário e é possível, reduzir a carga fiscal sobre os produtos energéticos". 

Já o PSD, pela voz de Cristóvão Norte, lembrou o Governo as sua promessa, quando introduziu o adicional de ISP em 2016 de garantir a neutralidade fiscal da medida e a revisão trimestral dessa tributação tendo em conta a evolução dos preços do petróleo.

O CDS, que há muito vem defendendo a eliminação desta sobretaxa, classificando a posição do Executivo como um “saque” dando como exemplo o caso de uma qualquer família que gaste  “cinco mil euros a abastecer num ano, paga 3.100 euros em impostos", afirmou no debate Pedro Mota Soares.

O CDS foi mais longe e criou um site, o www.maisimpostomenoscombustivel.pt onde cada português poderá ver as várias componentes que o preço final do combustível inclui, seja gasolina, gasóleo ou GPL. 

Por exemplo, se abastecer 40 litros de gasóleo, pagará em média 57,80 euros, dos quais 29,61 euros ou 51,2% são imposto. Mas se abastecer Os mesmos 40 litros de gasolina, o valor a pagar, em média, será de 66,20 euros, dos quais 58% ou 38,38 euros serão impostos.

Com os preços a aumentarem nos mercados internacionais, os combustíveis em Portugal começam a provocar danos na economia. Esta quinta feira, a ANTRAM, considerou em comunicado que “a sucessiva escalada do preço do gasóleo, sem a devida revisão trimestral do ISP, anunciada e garantida pelo Governo, coloca à prova as empresas de transporte que, no imediato, e para garantir a sua sustentabilidade, ver-se-ão obrigadas a rever a suas tarifas de transporte”. conteudos@fleed.pt

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