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Fundos Corum investem 133 milhões de euros no segundo trimestre

Aquisições de oito edifícios em cinco países europeus, entre abril e junho, através dos seus fundos Corum Origin e Corum XL.

Fleed

  • Sede Corum em Portugal
  • A Corum, cujos fundos também são comercializados em Portugal, investiu 132,7 milhões de euros na aquisição de oito edifícios na Europa.
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A Corum, sociedade francesa que gere mais de 4 mil milhões de euros em soluções de poupança, adquiriu 8 edifícios, entre abril e junho, através dos seus fundos Corum Origin e Corum XL. 

O reforço do portefólio representa um investimento de 132,7 milhões de euros e as aquisições foram feitas na Holanda, Itália, Polónia, Noruega e Reino Unido. 

José Gavino, diretor da Corum em Portugal, revela que “estas aquisições inserem-se nos planos de longo prazo dos nossos fundos. A pandemia da Covid-19 veio reforçar a nossa estratégia de investir na economia real. Estamos convencidos de que o valor dos nossos imóveis está na qualidade do arrendatário e na sua capacidade de pagar renda a longo prazo. Os novos edifícios apresentam rentabilidades iniciais interessantes que chegam aos 8,48% têm arrendatários de sectores como as telecomunicações, transporte internacional de mercadorias, bricolage ou carros elétricos. São sectores que mostraram grande resiliência e até crescimento durante o período de confinamento na Europa”. 

Entre os imóveis adquiridos destaque para a aquisição na Polónia de um edifício no valor de quase 62 milhões de euros, onde trabalham 1.500 colaboradores da empresa de transportes DSV, e para a compra na Noruega de um edifício que alberga um concessionário e centro de assistência da Tesla. 

Os fundos Corum, que são comercializados em Portugal, já investiram mais de 60 milhões de euros no nosso país, onde a sociedade gestora tem também uma sucursal em Lisboa.  

Ambos os fundos investem apenas em imóveis comerciais, sendo a gestão integral dos edifícios feita pela Corum. 

Para José Gavino, “esta estratégia permite-nos uma proximidade muito grande com os arrendatários e foi esta proximidade que nos permitiu atuar de imediato quando a pandemia chegou à Europa e tomar medidas que melhor se ajustassem às necessidades dos nossos arrendatários e dos nossos acionistas. Os pedidos de diferimento ou anulação de rendas foram baixos e procurámos soluções favoráveis a ambas as partes. Outra característica Corum, que tem ajudado a amortecer os choques provocados pela Covid-19, é a grande diversificação geográfica dos imóveis e a diversificação sectorial dos arrendatários. Na prática, a conhecida teoria de não colocar todos os ovos no mesmo cesto”. 

A estratégia da Corum tem permitido a ambos os fundos manter o pagamento de dividendos durante a crise sanitária, mantendo-se os valores próximos dos montantes pagos antes da crise. 

Os fundos Corum Origin e Corum XL têm mais de 50 mil acionistas em todo o mundo, sobretudo na Europa.  

O diretor da Corum em Portugal espera que “o período de confinamento tenha ficado para trás, ainda que as consequências económicas e sociais se continuem a sentir neste e no próximo ano. A prática forçada do teletrabalho, a agitação no turismo e os novos modos de consumo induzem potenciais transformações do mercado imobiliário. Estamos muito atentos a esta nova realidade. Vamos continuar a pensar, e a agir, tendo em vista o longo prazo. Não temos quaisquer dúvidas de que, tal como sempre acontece em períodos de crise, vão continuar a surgir oportunidades de compra. Mas, queremos tirar partido dos mercados imobiliários, em vez de nos submetermos a eles.” 

 

Corum na Vendée Globe 2020 

Performance, empenho e gestão do risco são valores intrínsecos à Corum. São valores partilhados com a vela e com o velejador Nicolas Troussel. Há quatro anos, a Corum estabeleceu uma parceria com este velejador francês. Com empenho, os riscos foram sendo bem geridos e a performance foi aumentando. Pela primeira vez este ano, Nicolas com o barco Corum, o monocasco IMOCA 60 CORUM L’Épargne, qualificou-se para a final da Vendée Globe 2020, considerada o Evereste dos mares, pela sua dificuldade. Apenas 167 velejadores participaram nesta prova e apenas 89 cortaram a meta nas suas 8 edições. São mais de 40 mil quilómetros em solidão absoluta, apenas o velejador e o seu barco. A partida é a 8 de novembro, aqui pode acompanhar os treinos para o grande dia: https://www.facebook.com/Nicotroussel/

 

 

 

A Corum, sociedade francesa que gere mais de 4 mil milhões de euros em soluções de poupança, adquiriu 8 edifícios, entre abril e junho, através dos seus fundos Corum Origin e Corum XL. 

O reforço do portefólio representa um investimento de 132,7 milhões de euros e as aquisições foram feitas na Holanda, Itália, Polónia, Noruega e Reino Unido. 

José Gavino, diretor da Corum em Portugal, revela que “estas aquisições inserem-se nos planos de longo prazo dos nossos fundos. A pandemia da Covid-19 veio reforçar a nossa estratégia de investir na economia real. Estamos convencidos de que o valor dos nossos imóveis está na qualidade do arrendatário e na sua capacidade de pagar renda a longo prazo. Os novos edifícios apresentam rentabilidades iniciais interessantes que chegam aos 8,48% têm arrendatários de sectores como as telecomunicações, transporte internacional de mercadorias, bricolage ou carros elétricos. São sectores que mostraram grande resiliência e até crescimento durante o período de confinamento na Europa”. 

Entre os imóveis adquiridos destaque para a aquisição na Polónia de um edifício no valor de quase 62 milhões de euros, onde trabalham 1.500 colaboradores da empresa de transportes DSV, e para a compra na Noruega de um edifício que alberga um concessionário e centro de assistência da Tesla. 

Os fundos Corum, que são comercializados em Portugal, já investiram mais de 60 milhões de euros no nosso país, onde a sociedade gestora tem também uma sucursal em Lisboa.  

Ambos os fundos investem apenas em imóveis comerciais, sendo a gestão integral dos edifícios feita pela Corum. 

Para José Gavino, “esta estratégia permite-nos uma proximidade muito grande com os arrendatários e foi esta proximidade que nos permitiu atuar de imediato quando a pandemia chegou à Europa e tomar medidas que melhor se ajustassem às necessidades dos nossos arrendatários e dos nossos acionistas. Os pedidos de diferimento ou anulação de rendas foram baixos e procurámos soluções favoráveis a ambas as partes. Outra característica Corum, que tem ajudado a amortecer os choques provocados pela Covid-19, é a grande diversificação geográfica dos imóveis e a diversificação sectorial dos arrendatários. Na prática, a conhecida teoria de não colocar todos os ovos no mesmo cesto”. 

A estratégia da Corum tem permitido a ambos os fundos manter o pagamento de dividendos durante a crise sanitária, mantendo-se os valores próximos dos montantes pagos antes da crise. 

Os fundos Corum Origin e Corum XL têm mais de 50 mil acionistas em todo o mundo, sobretudo na Europa.  

O diretor da Corum em Portugal espera que “o período de confinamento tenha ficado para trás, ainda que as consequências económicas e sociais se continuem a sentir neste e no próximo ano. A prática forçada do teletrabalho, a agitação no turismo e os novos modos de consumo induzem potenciais transformações do mercado imobiliário. Estamos muito atentos a esta nova realidade. Vamos continuar a pensar, e a agir, tendo em vista o longo prazo. Não temos quaisquer dúvidas de que, tal como sempre acontece em períodos de crise, vão continuar a surgir oportunidades de compra. Mas, queremos tirar partido dos mercados imobiliários, em vez de nos submetermos a eles.” 

 

Corum na Vendée Globe 2020 

Performance, empenho e gestão do risco são valores intrínsecos à Corum. São valores partilhados com a vela e com o velejador Nicolas Troussel. Há quatro anos, a Corum estabeleceu uma parceria com este velejador francês. Com empenho, os riscos foram sendo bem geridos e a performance foi aumentando. Pela primeira vez este ano, Nicolas com o barco Corum, o monocasco IMOCA 60 CORUM L’Épargne, qualificou-se para a final da Vendée Globe 2020, considerada o Evereste dos mares, pela sua dificuldade. Apenas 167 velejadores participaram nesta prova e apenas 89 cortaram a meta nas suas 8 edições. São mais de 40 mil quilómetros em solidão absoluta, apenas o velejador e o seu barco. A partida é a 8 de novembro, aqui pode acompanhar os treinos para o grande dia: https://www.facebook.com/Nicotroussel/

 

 

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