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Dona do Minipreço acentuas quedas

Grupo DIA segue a desvalorizar em bolsa e despede Administrador Financeiro.

Fleed

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O grupo DIA, que em Portugal controla os supermercados minipreços, continua a agonizar em bolsa. Após a queda de 42% das suas ações na segunda feira, ontem fechavam a cair mais 8,8% e na sessão desta quarta feira caiem mais de 4%. Em apenas três dias, a empresa perdeu metade do seu valor em bolsa.

Os tempos em que o maior acionista e atual controlador das operações vão longe. Quando Mikhail Fridman comprou 10% da empresa por 323 milhões de euros, as ações subiram até aos seis euros e apresentando uma capitalização bolsista de 3,7 mil milhões de euros. Ontem fechou a valer 622 milhões de euros.

A deterioração dos seus resultados que caíram 88% nos primeiros seis meses, associado às revisões de price target por parte de casas de análises como o JP Morgan e ao profit warning feito pela empresam deixaram as ações sem suporte.

Se a este cenário se somar a atividade dos hedge funds que têm apostado na queda das ações, estariam criadas as condições para o magnata russo comprar a empresa numa oferta pública de aquisição. Contudo, o mercado descarta que essa possa ser uma realidade de curto prazo, dado o facto de o investidor ter de valorizar as ações ao preço mais elevado a que tenha adquirido a última participação e que atinge 4,61 euros. 

Entretanto a empresa suspendeu o atual administrador financeiro e responsável pela operação em Portugal. Amando Sánchez Falcón estava na companhia desde 2012 e era o número dois do grupo e foi o responsável pelo profit warning que a empresa fez na passada segunda feira. conteudos@fleed.pt

 

O grupo DIA, que em Portugal controla os supermercados minipreços, continua a agonizar em bolsa. Após a queda de 42% das suas ações na segunda feira, ontem fechavam a cair mais 8,8% e na sessão desta quarta feira caiem mais de 4%. Em apenas três dias, a empresa perdeu metade do seu valor em bolsa.

Os tempos em que o maior acionista e atual controlador das operações vão longe. Quando Mikhail Fridman comprou 10% da empresa por 323 milhões de euros, as ações subiram até aos seis euros e apresentando uma capitalização bolsista de 3,7 mil milhões de euros. Ontem fechou a valer 622 milhões de euros.

A deterioração dos seus resultados que caíram 88% nos primeiros seis meses, associado às revisões de price target por parte de casas de análises como o JP Morgan e ao profit warning feito pela empresam deixaram as ações sem suporte.

Se a este cenário se somar a atividade dos hedge funds que têm apostado na queda das ações, estariam criadas as condições para o magnata russo comprar a empresa numa oferta pública de aquisição. Contudo, o mercado descarta que essa possa ser uma realidade de curto prazo, dado o facto de o investidor ter de valorizar as ações ao preço mais elevado a que tenha adquirido a última participação e que atinge 4,61 euros. 

Entretanto a empresa suspendeu o atual administrador financeiro e responsável pela operação em Portugal. Amando Sánchez Falcón estava na companhia desde 2012 e era o número dois do grupo e foi o responsável pelo profit warning que a empresa fez na passada segunda feira. conteudos@fleed.pt

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